O post Diferenças e semelhanças entre Arduino e Raspberry Pi apareceu primeiro em InfoDicas.
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Eu sei que várias pessoas já fizeram posts e vídeos sobre o assunto, mas vou tentar passar aqui do meu modo e de acordo com as experiências que venho tendo com essas duas plataformas fascinantes.
Vamos começar com as semelhanças:
Tanto o Arduino quanto o Raspberry Pi possibilitam a integração com componentes que se ligam ao “mundo real” através das GPIOs no Raspberry Pi e todas as portas digitais e analógicas do Arduino.
Bom… até agora essa foi a única semelhança entre os dois, então vamos passar para as diferenças que são fundamentais para quem quer escolher uma dessas duas plataformas para começar seus estudos.
Como já falei das GPIOs do Raspberry Pi, o seu funcionamento parece com as portas digitais do Arduino, porém, no Raspberry Pi não há qualquer proteção nas GPIOs e o nível de tolerância de erros nelas são muito, muito menores. É bem fácil queimar as GPIOs do Raspberry Pi e, dependendo da besteira que você fizer, mandará para o espaço toda a placa, jogando assim, algumas centenas de dinheiros no lixo. Outra diferença básica entre as GPIOs do Raspberry Pi e as portas digitais do Arduino é que, no Raspberry Pi, elas operam com, no máximo, 3.3v para a recepção enquanto que no Arduino as portas digitais operam com até 5v, ou seja, se você ligar um módulo (brick) do Arduino no Raspberry Pi sem prestar atenção à essa diferença básica, você corre o risco de queimar a GPIO ou até mesmo o Raspberry Pi inteiro. Como já disse, ele tem uma tolerância muito baixa para erros. O Raspberry Pi até envia sinais de 5v, mas para receber, o limite é 3.3v. Existe também uma limitação quanto ao uso de corrente nas GPIOs do Raspberry Pi. A placa pode ser alimentada com 5v e utiliza, no máximo, 1.5A de corrente (essa informação varia bastante entre os modelos do Raspberry Pi, no meu caso, utilizo o Raspberry Pi 2 e esse é o limite que tenho). Se você “drenar” mais que isso em um Raspberry Pi ele pode vir a falhar, queimar ou somente ser desligado devido à sua proteção de consumo de corrente, caso esteja sendo alimentado pelo conector micro USB. Se você alimentar ele diretamente pela entrada de 5v nas GPIOs, essa proteção deixa de existir e você poderá ter a sua placa torrada.
A grande diferença que, ao meu ver, é fundamental é quanto ao funcionamento. Enquanto o Arduino é uma plataforma específica para desenvolvimento de projetos eletrônicos, o Raspberry Pi é um computador completo com sistema operacional, interface com usuário, possibilidade de ligação de periféricos e afins. Logo, se você compara o Arduino ao Raspberry Pi dizendo “é quase a mesma coisa”, você está completamente equivocado. São coisas MUITO diferentes.
Por ser um computador completo, o Raspberry Pi tem um clock mais elevado, porém, esse clock é compartilhado por todo o sistema, periféricos e tudo mais que você ligar à ele. Isso significa que, caso você ligue algum dispositivo nele através das GPIOs, você terá que compartilhar do mesmo clock com o restante do sistema e, dependendo da tarefa que o Raspberry Pi estiver executando, o seu código de execução de leitura/gravação das GPIOs poderá demorar mais para ser executado ou, até mesmo, com tempos de pausa bastante diferentes do que você havia configurado em seu código fonte.
Já o Arduino é dedicado para aquelas funções e a única coisa que irá compartilhar o clock da placa são suas próprias funções e/ou dependências que o seu código precisa para ser executado, ou seja, o código que você programar rodará em looping sem sofrer qualquer interferência alheia à sua vontade.
Se você pretende adquirir um Arduino, prepare-se também para adquirir muitos módulos (bricks) e/ou sensores pois ele vem “seco” e a única coisa que você pode fazer sometne com o Arduino e mãos é o famoso “hello word” dele que é um led piscando, no caso, o próprio led que ele possui. Como dica, sugiro que você compre algum kit para iniciantes.
Caso você opte por comprar um Raspberry Pi, ele já vem completo e pode ser utilizado, por exemplo, como um servidor de arquivos ligado à sua rede, uma central multimídia ligado à sua televisão ou até mesmo montar um pequeno servidor para você testar seus proejtos. As possibilidades são muitas e sem a necessidade de aquisição de peças adicionais. Recomendo somente que compre um case (caixinha) para o seu Raspberry Pi e fique atento aos dissipadores de calor que geralmente vem com ele, pois, dependendo do que você fizer, vai precisar muito deles. Caso o seu Raspberry Pi não venha com os dissipadores de calor, compre-os junto com a placa pois eles são extremamente importantes para o bom funcionamento deste mini computador.
Caso você compre um Arduino, saiba que, além de comprar módulos (bricks), terá que aprender também sobre eletrônica e programação. Apesar de um Arduino ter várias proteções e ser bastante tolerante à erros, caso você não tenha bons conhecimentos sobre eletrônica básica, é bem fácil queimar a placa. Caso não saiba programação, você ainda pode aproveitar códigos prontos compartilhados na Internet, mas é bastante provável que, para desenvolver os seus próprios projetos, esses códigos precisem ser alterados e, nesse momento, caso você não tenha conhecimento sobre linguagens de programação ou, pelo menos, lógica de programação, você ficará completamente perdido.
Um fato bastante “dificultante” para quem deseja se embrenhar no mundo do Raspberry Pi é a falta de material em português e, mesmo o material em outras línguas às vezes é bastante confuso e é fácil encontrar informações conflitantes em fontes diferentes. Opte por conferir sempre todas as informações diretamente na documentação oficial do Raspberry Pi pois isso já evitou que eu queimasse minha placa algumas vezes.
Já o material em português para Arduino é abundante e de uma qualidade impressionante. Só para citar dois exemplos, encontrei muita, mas muita coisa mesmo no Youtube nos seguintes canais que merecem destaque especial:
Fora esses dois locais no Youtube, outro lugar fantástico e que possui um pessoal super bacana que ajuda bastante, principalmente, indicando material para estudo é o Laboratório de Garagem, com destaque especial para o Fórum. É sério. Se você está disposto a aprender mesmo e pedir ajuda no fórum, o pessoal vai te indicar materiais super interessantes e tirar suas dúvidas em relação aos estudos. Nem tente pedir código pronto lá pois como em qualquer fórum, o pessoal quer ver que você se esforçou pra sair do zero e chegar a algum lugar, logo, eles dão dicas e até te ajudam a corrigir o seu código e até mesmo as ligações eletrônicas do seu projeto, mas não espere que eles (ou quaisquer outros em qualquer lugar) irão fazer o seu trabalho por você gratuitamente. Essa é a regra básica para qualquer fórum: comece a fazer o seu projeto e peça ajuda mostrando até onde chegou sozinho.
Já para o nosso amigo Raspberry Pi, como já disse, as coisas são bem mais complicadas… Segue abaixo alguns locais para estudar um pouco sobre o Raspberry Pi:
Sobre questões de licença e direitos autorais, o Arduino é OpenHardware, ou seja, o Hardware dele é aberto e você é livre para produzir, utilizar e até mesmo comercializar o seu próprio “clone” de Arduino, porém, somente o Hardware é aberto. Caso você opte por produzir seu próprio Arduino, você não poderá comercializá-lo com o nome de Arduino. Como exemplo, posso citar os clones nacionais, como o já conhecido e famoso Garagino, do Laboratório de Garagem e até mesmo os de nome engraçado (porém, funcionando redondinho) que são Severino e Marminino. São placas similares, com funcionamento idêntico ao Arduino e com o próprio bootloader do Arduino embutidos neles.
Já o Raspberry Pi é um hardware fechado, ou seja, para produzir cópias dele, você necessita de autorização expressa dos detentores do direito autoral e qualquer coisa fora disso é pirataria. Já o software utilizado no Raspberry Pi é OpenSource e, seu sistema operacional oficial é o Raspbian, uma versão do Debian otimizada para o Raspberry Pi.
Bom, por enquanto é isso. Espero que este post tenha ajudado a esclarecer sobre as diferenças/semelhanças entre Arduino e Raspberry Pi. Aproveite os links que passei aqui para começar agora mesmo os seus estudos sobre as duas plataformas!
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Raspberry Pi – Um mundo de possibilidades
Confesso que desde que surgiram as primeiras versões do Raspberry Pi, fiquei bastante empolgado e louco para colocar as mãos em um exemplar para fazer diversos testes. Mas antes de falar sobre os testes, vamos ao básico: Raspberry Pi é um microcomputador do tipo SBC – Single Board Computer, ou seja, um computador completo em uma única placa. Para melhorar a coisa toda, essa plaquinha tem aproximadamente o tamanho de um cartão de crédito e consome pouquíssima energia se comparado à um PC comum, mesmo os mais modestos. Sim, é bem pequeno, conforme você pode ver na foto abaixo:

Raspberry Pi 2: Tirei essa foto da minha placa já dentro da caixinha dela e em cima do meu teclado.
Muitos ainda confundem Arduino com Raspberry Pi e, na verdade, são coisas completamente diferentes.
O Arduino é um microcontrolador com hardware open-source. Já o Raspberry Pi é um microcomputador completo. Cada um possui aplicações bem específicas e, dependendo do projeto, você irá se sair melhor com um ou com outro ou até mesmo utilizando os dois ao mesmo tempo. Um não compete com o outro, muito pelo contrário, os dois são completamente independentes e podem até se complementar para a criação de algo bastante complexo.
O modelo que possuo é o Raspberry Pi 2 Modelo B que possui uma configuração nada modesta para um tamanho tão diminuto: Processador ARM Cortex-A7 com 4 núcleos de 900Mhz, 1 Gb de memória RAM, 4 portas USB, 1 Ethernet, 1 HDMI com resolução FullHD e Slot MicroSD. Além dessa ignorância de hardware, ainda possui 40 pinos GPIO, que são porta programáveis para entrada e saída de dados, o que o torna extremamente poderoso e quase que ilimitado em suas aplicações práticas.
Existem vários sistemas operacionais para o Raspberry Pi, sendo que o oficial e mais utilizado deles é o Raspbian, uma versão do Debian otimizada para rodar nessa plaquinha. Obviamente, existem outros sistemas operacionais baseados em Linux e até uma versão IoT do Windows 10 para ele. Vale lembrar que essa versão IoT do Windows 10 para o Raspberry Pi não é uma versão completa com desktop e foi feita para utilizar em dispositivos embarcados, ou seja, feitas para rodar programas desenhados especificamente para essa interface ou, como diz a própria Microsoft, é a versão IoT significa “Internet of Things” ou “Internet das Coisas” em tradução livre. Por isso, não espere comprar um Raspberry Pi para rodar a versão desktop do Windows 10 porque você não irá conseguir por vias normais e/ou oficialmente suportadas.
Conheça os sistemas distribuídos oficialmente para o Raspberry Pi em seu site oficial.
Dentre as aplicações práticas do Raspberry Pi, posso destacar algumas que são bastante comuns entre os usuários que adquirem essa placa:
Essa é, com certeza, a primeira aplicação que vem na mente dos que possuem esse mini-computador e, com toda a certeza, é onde colocamos à prova todo o poder de fogo do Raspberry Pi. Para não ficar pra trás, esse foi o primeiro uso que dei ao meu Raspberry Pi 2.
Para a minha felicidade, no próprio site do Raspberry Pi existe uma versão do OpenELEC feita especialmente pra ele e que, diga-se de passagem, funciona muito bem no nosso guerreiro. O OpenELEC é uma versão do Kodi, antigamente conhecido como XBMC, apropriada para o Raspberry Pi e, acreditem, é extremamente fácil instalar e configurar o OpenELEC (ou qualquer outro sistema operacional) no Raspberry Pi. Basta baixar a imagem diretamente do site oficial, executar alguns rápidos procedimentos e pronto, está tudo lá instalado e funcionando bonitinho, como manda o figurino.
Já no primeiro boot depois de instalar o sistema, aparece uma tela para configuração do OpenELEC e então é só sair usando. Simples, fácil e rápido.
Para configurar e utilizar o OpenELEC você pode fazê-lo através de teclado/mouse conectado às portas USB do seu Raspberry Pi ou através do controle remoto da TV. Isso mesmo! Se você conectou o seu Raspberry Pi à sua TV através de um cabo HDMI, o OpenELEC pode ser controlado através da função HDMI CEC (Consumer Eletronics Control) da sua TV. O nome varia de fabricante pra fabricante e, no caso aqui da TV que utilizei, uma Philco, o nome dessa função é HDMI T-Link, mas você pode encontrar o mesmo recurso com outros nomes, como os citados abaixo:
BRAVIA Theatre Sync (Sony), Anynet (Samsung), Aquos Link (Sharp), Kuro Link (Pioneer), CE-Link and Regza Link (Toshiba), RIHD (Remote Interactive over HDMI) (Onkyo), Simplink (LG), HDAVI Control, EZ-Sync and VIERA Link (Panasonic), EasyLink (Philips) e NetCommand for HDMI (Mitsubishi).
Nos meus testes aqui consegui rodar perfeitamente um vídeo em MKV full HD (1080p) no Raspberry Pi 2 sem nenhum engasgo. Fiz vários testes também com streaming e tudo funcionou perfeitamente.
Como nem tudo são flores, a minha ideia de ter um Media Center no Raspberry Pi morreu depois que descobri que não existe ainda uma forma de rodar o Netflix nele. Pois é… depois de vários e vários dias pesquisando a fio, não encontrei sequer uma solução que fizesse o Raspberry Pi rodar o querido Netflix.
Este é um dos meus usos atuais do Raspberry Pi 2 que possuo. Digo que é UM dos usos atuais pois o guerreiro é realmente polivalente e logo vai se tornar uma central completa de automação aqui do meu escritório. Falarei sobre isso mais pra frente.
Configurar o Raspberry Pi 2 para funcionar como NAS foi bastante fácil. Instalei o Raspbian nele, fiz toda a configuração de rede, adicionei um HD externo via USB, configurei o SAMBA no Linux e voilà! Tenho um NAS funcionando 24h por dia para salvar meus backups, armazenar vídeos (que posteriormente podem ser assistido nas minhas TVs através de compartilhamento de mídia) e, obviamente, controlar isso tudo de forma bastante fácil e consumindo pouquíssima energia.
Infelizmente o Raspberr Pi 2 não possui interface SATA, o que, por enquanto, me impossibilita de instalar vários HDs em RAID para ficar uma coisa mais completa, mas da forma que está já me atende muito bem e consumindo pouquíssima energia.
É importante lembrar que para ligar um HD externo ao seu Raspberry Pi, você precisará de uma fonte para o seu HD ou então de uma fonte bastante forte (Acima de 2Am) para o seu Raspberry Pi, caso contrário você corre o risco do HD não funcionar direito ou até mesmo da placa ficar reiniciando ou até mesmo se recusar a funcionar devido à falta de energia. Recomendo fortemente o uso de HDs externos com alimentação também externa e que não dependa apenas do cabo USB para alimentá-lo.
Este é mais um dos usos que dei ao meu Raspberry Pi 2.
Como vocês devem saber, trabalho também com administração de servidores de Internet e, para isso, tenho em meus servidores algumas diretivas de segurança onde eu só posso acessar algumas áreas desses servidores se for através da rede da minha casa, que possui IP fixo.
Para isso, escolhi o OpenVPN, um servidor não muito fácil de instalar e nada prático. Ainda encontrarei outra forma segura de fazer isso, mas por enquanto me atende bem.
Mais um uso do meu Raspberry PI 2.
Oras, o Raspbian é um versão do Debian, um Linux, logo, pode ser utilizado como servidor Web ou qualquer outro tipo de serviço que funcione na Internet (dadas as devidas restrições de cada serviço).
No meu caso aqui, utilizo o servidor web apenas como teste para algumas aplicações que desenvolvo e/ou implemento para clientes, mas futuramente será a base da minha central de controle de automação residencial aqui da minha casa. E não é apenas um servidor web qualquer. É um Apache + PHP + MySQL, ou seja, um ambiente web completo para rodar os mais diversos tipos de aplicações.
Lembram que falei das 40 GPIOs disponíveis no Raspberry Pi 2? Pois é… agora vem a utilidade dessas GPIOs.
Junto ao Raspberry Pi 2 você pode utilizar uma série de módulos que podem transformar o seu pequeno computador em coisas que vão desde uma central de automação residencial até em robôs completos executando diversas funções.
Existem no mercado, módulos dos mais variados tipos e, pelo que pude pesquisar até agora, a maioria dos módulos (ou bricks) disponíveis para Arduino, funcionam perfeitamente no Raspberry Pi. Só deve-se levar em conta que o Raspberry Pi não possui tantas proteções quanto um Arduino e que, a ligação de um módulo de forma errada pode simplesmente matar o seu Raspberry Pi que sequer servirá como peso para papel.
Dentre os módulos mais comuns para Arduino e que são compatíveis com Raspberry Pi, posso citar os seguintes exemplos:
Esses são apenas alguns exemplos e não tenho conhecimentos em eletrônica, mas só como brincadeira, comecei a imaginar os mais diversos tipos de uso para o Raspberry Pi 2, como por exemplo, uma estação metereológica completa, com sensores de umidade, chuva e temperatura interligados, mandando as medições constantes para o Raspberry Pi e podendo ser acessadas de qualquer lugar através de uma interface web. Outro uso bastante interessante seria como central de automação residencial, ligando vários módulos relé no Raspberry Pi e controlando vários aparelhos elétrico da casa como luzes, portão eletrônico e portas com fechaduras automáticas. E por falar em portas, que tal ligar um módulo biométrico ao Raspberry Pi e utilizá-lo para abrir a porta do seu quarto ou escritório através das suas impressões digitais?
Notem que não estou falando aqui de nenhum projeto mirabolante, mas coisas bastante simples que podem ser feitas com módulos bastante baratos e que estão à venda em vários lugares na Internet. E quando eu falo que os preços são realmente baixos, posso citar o módulo emissor/receptor infravermelho que custa na faixa dos R$ 15,00 ou até mesmo módulos de relé que custam também mais ou menos isso.
Se você é um inventor ou simplesmente gosta de brincar com as possibilidades, o Raspberry Pi certamente é uma plataforma que você precisa conhecer. Eu mesmo estou adorando ter um computadorzinho desses e estou bastante animado com as possibilidades que isso me dá de criar coisas extremamente uteis e que farão o meu dia a dia bem mais confortável!
O que você achou da ideia? Já tem um Raspberry Pi e tem ideia de mais algum uso? Deixe aqui nos comentários a sua ideia, com certeza poderemos criar ainda muita coisa bacana!
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